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sábado, 3 de fevereiro de 2018

Olívia Santana registra queixa após ser alvo de racismo em evento no Catussaba


Olívia Santana registra queixa após ser alvo de racismo em evento no Catussaba
Foto: Paulo Victor Nadal / Bahia Notícias
A secretária Olivia Santana prestou queixa no final da tarde deste sábado (3) após ser alvo de racismo no Hotel Catussaba. A titular da Secretaria Estadual de Trabalho, Emprego, Renda e Esporte participava do evento 'Folia do Batom', a convite da vice-presidente da Federação Nacional de Automobilismo, Selma Moraes, quando uma mulher apertou a sua mão e disse que ali não era seu lugar. "Essa senhora que aparece na foto dirigiu-se a mim como se fosse me cumprimentar. Ela apertou fortemente a minha mão, ignorando meus apelos para que soltasse. Disse em tom de acusação que sou uma 'comunista' e por isso não deveria estar no Hotel Catussaba. Gritava que eu tinha que voltar para a favela", escreveu Olivia em seu perfil no Facebook. A mulher à qual ela se refere aparece na foto sentada, mexendo no celular. O Bahia Notícias tentou falar com a secretária, mas ela estava prestando depoimento ao delegado da Central de Flagrantes. Luciana Embilina, que trabalha com Olivia e é da Unegro, foi quem falou com a reportagem. "A discriminação vem de onde menos esperamos. Ficamos atônitas", lembrou. Segundo Luciana, não se sabe ao certo em qual crime o caso será tipificado, mas cabe injúria, racismo e preconceito.

Olivia Santana
Há 3 horas
Passei agora por uma situação absurda. Convidada pela vice-presidenta da Federação Nacional de Automobilismo, Selma Moraes, fui até o Hotel Catussaba participar do "Folia do Batom", uma confraternização das mulheres que fazem o Rallye do Batom, evento que sempre contou com o apoio da Setre-Sudesb. Essa senhora que aparece na foto dirigiu -se a mim como se fosse me cumprimentar. Ela apertou fortemente a minha mão ignorando meus apelos para que soltasse. Disse em tom de acusação que sou uma "comunista" e por isso não deveria estar no Hotel Catussaba. Gritava que eu tinha que voltar para a favela.
A discriminação vem de onde menos esperamos. O que não podemos admitir é que ela fique impune. Denunciar é preciso!

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