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domingo, 12 de abril de 2015

Recomendação é evitar declarações oficiais do governo após protesto, diz colunista

Recomendação é evitar declarações oficiais do governo após protesto, diz colunista

Foto: Jefferson Peixoto/ Ag. Haack/ Bahia Notícas
Diferente do que aconteceu nas mobilizações do dia 15 de março, a orientação do governo é evitar uma entrevista oficial de ministro após as manifestações deste domingo (12). Segundo o colunista Gerson Camarotti, a avaliação do governo é de que as falas dos ministros Miguel Rossetto, da Secretaria-Geral da Presidência, e José Eduardo Cardozo, da Justiça, foram motivadores para o panelaço de março. “O governo está atento aos protestos. Mas não há motivo para uma fala oficial por causa das manifestações. Não podemos demonstrar estranhamento. É natural de um país democrático esse tipo de manifestação”, observou um ministro próximo da presidente Dilma. Para esse mesmo interlocutor, o governo precisa mostrar sensibilidade para ouvir as reivindicações, mas agir com naturalidade. De acordo com Camarotti, a ordem no governo é não provocar os manifestantes.

Solidariedade recolhe assinaturas para impeachment de Dilma em manifestações
Paulinho da Força organiza abaixo-assinado | Foto: Divulgação
Oposição ao governo Dilma Rousseff (PT), o partido Solidariedade recolheu assinaturas neste domingo (12) para um pedido de impeachment da mandatária. “Vamos procurar os demais partidos de oposição para que eles tomem posição pelo impeachment da Dilma”, afirma o presidente do Solidariedade, deputado federal Paulinho da Força. Por meio de nota, o dirigente culpou Dilma pela situação econômica do país. “O povo está mostrando que não aguenta mais compactuar com a roubalheira que o PT instalou no Brasil. E já percebeu que, além de tolerar a roubalheira, Dilma é incompetente para governar e deixou a economia sair de controle, com aumento do desemprego e da inflação”, diz Paulinho. “E os partidos de oposição não podem ficar indiferentes a isso”, acrescentou.



Porto Alegre reúne 35 mil manifestantes, diz Brigada Militar

por Lucas Azevedo, especial para o Estado
Porto Alegre reúne 35 mil manifestantes, diz Brigada Militar
Divulgação
Em Porto Alegre, a Brigada Militar estimou que 35 mil manifestantes estejam marchando contra o governo federal e pela saída da presidente Dilma Rousseff (PT). Mais cedo, um ato denominado "Coxinhaço" fez um protesto simbólico contra os movimentos que criticam o governo federal. O ato, que contou com dezenas de pessoas na esquina das ruas da República e Lima e Silva, no bairro Cidade Baixa, tradicional reduto boêmio da cidade, teve samba e algumas bandeiras do PT. Em Caxias do Sul, na serra, cerca de 3 mil pessoas se reuniram na Praça Dante Alighieri, de acordo com a Brigada Militar. Os manifestantes pedem por justiça, fim da corrupção e se colocam contra o controle da mídia e a favor da Operação Lava Jato. PT e o PMDB são alvos dos protestos. Já em Santa Maria, no centro do RS, a manifestação reúne cerca de mil pessoas no centro da cidade.




Mulher defende Dilma em protesto no RJ e é chamada de prostituta
Mobilização em Copacabana | Foto: Reprodução/ Twitter
Moradora de um apartamento de cobertura na avenida Atlântica, em Copacabana (zona sul do Rio), a corretora de imóveis Denise Almeida, de 55 anos, petista e defensora da gestão da presidente Dilma Rousseff (PT), passou pelos manifestantes anti-Dilma concentrados na mesma avenida, por volta das 14h30 deste domingo (12) e perguntou a um deles se sabia quem assumiria a presidência da República se Dilma for impedida. Foi o suficiente para que dezenas de ativistas exaltados a cercassem, xingando e empurrando a mulher, que estava de bicicleta. "Vagabunda","prostituta" e "vai pra Cuba" foram as palavras mais repetidas. "Esse pessoal não tem educação nem para dar aos filhos, e ainda quer cuidar do Brasil. O que eu disse a eles é que precisam eleger bons deputados, governadores, prefeitos. A Dilma não é responsável sozinha por todos os problemas do Brasil. Pelo contrário, foi no governo dela que o porteiro do meu prédio comprou o primeiro carro", afirmou Denise. Enquanto isso, um ativista dizia para ela "respeitar o protesto alheio" e outro dizia "comunista tem que andar de bicicleta mesmo". Depois de ser perseguida por cerca de 150 metros, a mulher conseguiu se desvencilhar dos ativistas e seguiu para sua casa. "Isso é o carnaval da minoria, de quem perdeu a eleição e não aceita. Eles não sabem nem quem assumiria a presidência se a Dilma sair", afirmou Denise. Os protestos realizados no Rio contra o governo da presidente Dilma Rousseff reuniram 10 mil pessoas, na avaliação da Polícia Militar. Os organizadores, contudo, estimam um número ao redor dos 25 mil manifestantes.  

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