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segunda-feira, 29 de março de 2021

Rodoviários da CSN paralisam atividades após prefeitura assumir gestão de empresa

por Jade Coelho

Rodoviários da CSN paralisam atividades após prefeitura assumir gestão de empresa
Foto: Amanda Azevedo/Ascom Tiago Ferreira

Rodoviários da Concessionária Salvador Norte estão reunidos na manhã desta segunda-feira (29), na garagem da empresa localizada em Porto Seco Pirajá. O vereador de Salvador e diretor do Sindicato dos Rodoviários, Tiago Ferreira (PT), explicou que a assembleia foi convocada no sábado (27), dia em que a prefeitura de Salvador anunciou que rescindiu o contrato com CSN, umas das três bacias responsáveis pelo transporte público no município. A decisão foi anunciada pelo prefeito Bruno Reis (DEM) (leia mais aqui). O prefeito Bruno Reis (DEM) deve se reunir com representante da categoria às 12h.

 

 

O objetivo da assembleia é para dar informações aos rodoviários e discutir os “próximos passos”. “Até então mantém paralisado. Até que se resolva o problema, não vai rodar”, disse Tiago Ferreira ao BN. O edil ainda reconheceu a possibilidade da paralização se estender.

 

“Esperamos que a prefeitura, a Justiça do Trabalho e o Ministério Público do Trabalho (MPT) usem do bom senso para chegar a denominador comum que assegurem direitos aos trabalhadores”, argumentou.  O diretor do Sindicato ainda ressaltou que a categoria “não vai admitir calote”.

 

O relatório da intervenção feita pela Prefeitura de Salvador na concessionária de ônibus CSN foi concluído e o resultado apontou para a caducidade do contrato. Ou seja, o contrato perdeu validade porque se demonstrou que a empresa já não tem mais condição de voltar a operar o sistema (entenda melhor aqui).

 

O vereador ressalta que os problemas são enfrentados pelas três bacias, mas que neste momento a situação é mais grave na CSN.

 

Os acionistas da concessionária atribuem à prefeitura de Salvador problemas enfrentados pela CSN. Eles divulgaram uma nota em que criticam a gestão e apontam que a "omissão do poder concedente em cumprir a sua parte no contrato de concessão, por mais de 6 anos consecutivos, levou ao exaurimento financeiro da CSN, o que é a origem dos problemas apontados"

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