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quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Estudante do Piauí denuncia suposto vazamento de redação do Enem

Estudante do Piauí denuncia suposto vazamento de redação do Enem

Foto: Reprodução
Estudantes do Piauí denunciaram que receberam a imagem da prova de redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) uma hora antes da aplicação da prova neste domingo (9). Jomásio Santos Barros Filho, de 17 anos, foi à sede da Polícia Federal, em Teresina, na tarde desta quarta-feira (12). Ele diz que recebeu a imagem através de um aplicativo de compartilhamento de mensagens. Quando foi fazer a prova, constatou que a prova era a mesma que havia visualizado no celular. Jomásio gravou um vídeo, ao chegar em casa,  que mostra ele retirando o celular do saco em que foi guardado por fiscais. Ele então revela que recebeu a mensagem com a imagem da prova às 10h47. Mais dois estudantes também confirmaram ter recebido a imagem antes da aplicação do Enem. Informações do Bom Dia Brasil.

   
Advogado nega ter bebido antes de acidente que matou publicitário
Foto: Reprodução/ TV Bahia
O advogado Roberto João Starteri afirmou, em entrevista à imprensa, que não ingeriu bebida alcoólica e não ultrapassou sinal vermelho no dia do acidente que matou o publicitário Daniel Prata. Ele é suspeito de provocar a colisão, em que Daniel morreu e sua amiga, a médica Luciana Tavares Lucetti, ficou ferida. “Eu vinha trafegando na principal da ACM, o Daniel na perpendicular, o sinal estava verde para mim e Daniel ultrapassou o sinal que estava vermelho para ele. Eu dei o sinal de luz a ele, mostrando que estava chegando, enquanto Daniel atravessa a pista. Tentei frear, mas não houve tempo suficiente, o que ocasionou a colisão, resultando na morte dele e em um processo para mim”, narra. Roberto também nega que teria sido expulso da boate onde estava no dia do acidente, após uma briga, e que teria gastado em torno de R$1,5 mil reais com bebida. “Não bebi no dia do acidente. A festa não era minha e não gastei nada”, disse. Ele afirmou que se recusou a fazer o teste do bafômetro para cumprir um direito. “É meu direito não fazer o teste. Assim como tenho direito de prestar essa entrevista. Estou aqui por um único motivo, pela família de Daniel. O fato da boate não tem relação com o acidente. Não estou aqui para falar da festa que estava, se fui expulso, se bebi, estou aqui para falar do acidente, do processo penal e o que levou Daniel a óbito”, defendeu-se. O advogado de Roberto João, Sergio Habib, diz que não há divergência nas informações quanto ao fato da ingestão ou não de bebida alcoólica. Em entrevista anterior, o advogado chegou a informar que o próprio cliente afirmou ter ingerido whisky. “Não existe nenhuma prova pericial. A comprovação dele ter bebido ou não se faz através do exame de alcoolemia, esse exame não existe”, declarou. Informações da Tribuna da Bahia.

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