Foto: Ana Volpe / Agência Senado
O presidente nacional do PR, Valdemar Costa Neto, está sendo
pressionado a se afastar de Jair Bolsonaro. O presidente tem dito que 30
dos 41 deputados federais de seu partido são a favor da aliança com o
presidenciável do PSL. A preocupação em Brasília é que o apoio do PR
pode dar musculatura ao PSL. A sigla pode, praticamente, dobrar o tempo
de rádio e televisão na propaganda eleitoral da campanha de Bolsonaro
com a aliança.
Descontentes com o possível apoio do PR a Bolsonaro, os partidos do chamado "blocão", liderados pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), ainda tentam convencer Valdemar a não formalizar a coligação.
Segundo o jornal O Globo, há uma semana, Valdemar recusou-se a participar de encontro de DEM, PP, PRB e SD com o pré-candidato tucano Geraldo Alckmin (PSDB), em Brasília. A justificativa dada foi o apoio majoritário da bancada a Bolsonaro. O líder do PR na Câmara e parlamentar baiano, José Rocha, assumiu as rédeas da articulação e foi convidado para atuar como interlocutor em uma nova reunião entre o partido e o blocão. O encontro será realizado na próxima quarta-feira (18). À reportagem, Rocha disse que não sabe se vai.
Descontentes com o possível apoio do PR a Bolsonaro, os partidos do chamado "blocão", liderados pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), ainda tentam convencer Valdemar a não formalizar a coligação.
Segundo o jornal O Globo, há uma semana, Valdemar recusou-se a participar de encontro de DEM, PP, PRB e SD com o pré-candidato tucano Geraldo Alckmin (PSDB), em Brasília. A justificativa dada foi o apoio majoritário da bancada a Bolsonaro. O líder do PR na Câmara e parlamentar baiano, José Rocha, assumiu as rédeas da articulação e foi convidado para atuar como interlocutor em uma nova reunião entre o partido e o blocão. O encontro será realizado na próxima quarta-feira (18). À reportagem, Rocha disse que não sabe se vai.
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