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segunda-feira, 15 de março de 2021

Governadores pedem que Bolsonaro adote restrições nacionais para conter a Covid-19

 

Governadores pedem que Bolsonaro adote restrições nacionais para conter a Covid-19
Imagem ilustrativa | Foto: Divulgação/ Prefeitura de Araraquara

O Fórum Nacional de Governadores enviou neste domingo (14) uma carta ao Ministério da Saúde com pedido para que o governo federal adote medidas restritivs nacionais para combater o agravamento da pandemia de Covid-19 no país. 

 

Entre as ações solicitadas, estão a implementação de regras relacionadas ao funcionamento de aeroportos, portos, rodovias e ferrovias do país, com exceção das que possam afetar o transporte de carga e os serviços considerados essenciais. 

 

O grupo também pediu que o presidente faça, com urgência, a regulamentação da lei que permite a estados e municípios comprarem vacinas. Os governadores querem que toda a aquisição de imunizante integre o Plano Nacional de Imunização. Solicitaram, ainda, um encontro com representantes da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para tratar da autorização emergencial de novas vacinas contra a Covid-19.

 

"Os governadores dos entes federados brasileiros, ao considerarem a gravidade da pandemia que acomete todas as regiões do país, solicitam o apoio desse Ministério, visando à coordenação e adoção de medidas em âmbito federal, com o fito de conter o coronavírus e reduzir adoecimento, internações e óbitos de brasileiros", diz o texto.

 

"O presente apelo faz-se imperioso no atual contexto de agravamento da pandemia, situação que deve perdurar até maio, quando esperanças renovadas sobrevirão com o término da Fase 1 do Programa Nacional de Imunização, previsto para abril, garantindo, assim, os efeitos da vacina sobre o grupo de maior risco", conclui a entidade.

 

A carta foi enviada no mesmo dia em que o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, teria pedido demissão do cargo. O presidente da República, Jair Bolsonaro, se reuniu neste domingo com a médica cardiologista Ludhmila Hajjar no Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência, em Brasília. No entanto, ela não deve aceitar assumir o ministério. 

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